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Segundo livro do Papa sobre Jesus chegará às livrarias em março

O próximo livro de Bento XVI sobre a vida de Jesus chegará às livrarias, em vários idiomas, no primeiro domingo da Quaresma, 13 de março. Foi o que afirmou no último dia 23 à Rádio Vaticano Giuseppe Costa, diretor da Libreria Editrice Vaticana.
Este esperado segundo volume, que se centra na paixão e morte de Jesus, encontra-se atualmente em processo de tradução para os diferentes idiomas. Será entregue aos editores no dia 15 de janeiro, para preparar as respectivas edições nacionais.
Segundo Costa, no momento, chegou-se a um acordo com 18 editoras, ainda que não se descartam mais pedidos nos próximos meses.

O Papa – segundo confirmou o porta-voz vaticano, Federico Lombardi – trabalha atualmente no terceiro volume sobre a vida de Jesus, dedicado à infância de Cristo.
Giuseppe Costa, responsável editorial dos textos vaticanos, encontrava-se estes dias em Rimini (Itália), para a apresentação do primeiro volume da Opera Omnia (obra completa) de Joseph Ratzinger.
A apresentação aconteceu durante o festival conhecido como Meeting de Rimini, organizado pelo movimento católico Comunhão e Libertação, que todos os anos reúne milhares de pessoas.
Esta Opera Omnia consta de 16 volumes que recolhem todos os escritos e intervenções de Joseph Ratzinger, antes de ser eleito Papa, sobre a importância da liturgia na vida cristã.
A obra traz, explicou Costa, “não seus ensinamentos como pontífice, mas seus escritos, entrevistas e ensinamentos como cardeal. Esta Opera Omnia encerra quando ele foi eleito Papa”.
Sobre o conteúdo das obras, o bispo de Ratisbona, Dom Gerhard Müller, encarregado da edição alemã, explicou à emissora vaticana a importância que a liturgia tem no pensamento de Joseph Ratzinger.
“A liturgia é a participação sacramental na vida de Deus. Por isso, não é só um ‘teatro’, uma autoexpressão do coração ou da ideia da subjetividade, mas é a expressão objetiva, real, concreta, do contato com o próprio Deus, que quer conviver conosco, suas criaturas”, afirmou o prelado.

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Presidenciáveis em debate na Canção Nova e Rede Aparecida

Responsáveis pela realização do primeiro debate entre presidenciáveis promovido por emissoras de televisão de inspiração católica, a TV Canção Nova e a Rede Aparecida esperam criar um espaço inédito para que temas de interesse dos católicos sejam tratados com profundidade, além de assuntos importantes para toda a sociedade.
Segundo informa a assessoria de imprensa da Canção Nova, o debate acontece no dia 23 de agosto, às 22h, no auditório da Faculdade Santa Marcelina, em São Paulo, e será transmitido ao vivo para todo o Brasil e para alguns outros países – um público estimado em mais de 100 milhões de pessoas.
“Nossa intenção é dar oportunidade ao telespectador de conhecer melhor cada candidato, suas ideias e soluções para nossa sociedade. É um espaço para levar mais subsídios para nosso público, a fim de que os eleitores possam fazer as melhores escolhas”, comenta Ana Paula Guimarães, superintendente da TV Canção Nova.
Para o padre Antônio Cesar Moreira Miguel, diretor geral da Rede Aparecida e mediador do debate, a realização do programa é um marco.
“Não se pode mais dissociar religião de política. Muitos dos nossos telespectadores gostariam de ver, de conversar com esses políticos e com o debate temos a chance de promover essa aproximação. Esperamos poder contar com a participação dos quatro candidatos”, comenta.
Para definir as regras do debate, foram realizadas reuniões com as assessorias dos candidatos José Serra (PSDB), Marina Silva (PV), Plínio Arruda Sampaio (PSOL) e Dilma Roussef (PT). Até o momento, apenas Dilma ainda não confirmou presença.
Assuntos como aborto, uso de células tronco embrionárias e exposição de símbolos religiosos em locais públicos farão parte da pauta que compreende ainda questões ligadas à saúde, educação, emprego, segurança pública, previdência, liberdade de imprensa, reforma agrária, entre outros.
“Nosso objetivo não é estimular a discussão entre os candidatos, mas a exposição de suas ideias”, afirma a superintendente da Canção Nova.

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Pedofilia só vira notícia quando ligada a sacerdotes

(Fonte: Zenit.Org)

A pedofilia somente é notícia quando está ligada aos sacerdotes, denuncia um dos protagonistas na luta contra esse crime, monsenhor Fortunato Di Noto.
Este sacerdote fundou uma associação que há mais de 20 anos luta pela tutela da infância contra a pedofilia, pornografia infantil e exploração sexual. Ele também é assessor de órgãos internacionais, inclusive agências da ONU.
A associação (Associazione Meter Onlus) realiza seu trabalho não só de forma repressiva mas também prevenindo e educando. Criou na Itália 15 centros de acolhida, formou 300 agentes para a defesa da infância, por meio da supervisão da internet e colaboração com as forças da polícia.
Como explica o sacerdote, a pedofilia é um crime, mas também uma máquina de fazer dinheiro, com uma promoção própria, que movimenta cifras de mais de 13 milhões de euros por ano e um total de mais de 200 mil menores envolvidos e abusados, entre os quais bebês de poucos dias até dois anos de idade.
Contudo, destaca Di Noto, grande parte da imprensa se escandaliza somente pelos sacerdotes pedófilos e não por este fenômeno de enormes proporções.
“O mais impressionante é que foi falado de pedofilia do clero mas não se fala, por exemplo, da pedofilia como fenômeno mundial. E o fenômeno mundial dos absuso sexuais está diante os olhos de todos”, afirmou o sacerdote a H2onews.org.
“O que me impressiona, e faz diferença, é que a mídia, provavelmente dirigida por lobbys da comunicação, quis falar mais disto e não da gravidade e da criminalidade contra as crianças, da gravidade da exploração sexual dos menores, da gravidade do turismo sexual infantil, da gravidade da venda de crianças e da gravidade da violação de crianças. Esta é a demonstração visível e espetacular de como alguns meios de comunicação, movidos por alguns lobbyes de pensamento, comunicam, às vezes, notícias falsas, não verificadas ou ainda manipuladas.”
Para o fundador da associação contra pedofilia, é preciso ter uma maior responsabilidade e atenção por parte dos pais e também mais atenção perante a difusão da pedofilia nas principais redes sociais.
“A pergunta é: por que na Itália há 180 mil menores de 13 anos que, sem autorização, estão inscritos no Facebook?”. “Isso significa que há 180 mil famílias que não controlam o que estas crianças fazem”.

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Hugo Chávez proibirá emissora de TV católica no país

(Fonte: Zenit.Org)

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, pediu ao ministro do Interior, Tareck El Aissami, “revisar” a concessão de um canal de televisão ao arcebispado de Caracas para “recuperá-lo” e “colocá-lo às ordens do povo”. Trata-se de outra atitude em relação à tensão com a Igreja criada pelo governo, em uma série de ataques dirigidos especialmente contra o cardeal Urosa, arcebispo de Caracas.

O presidente venezuelano fez este pedido sobre a emissora de sinal aberto Vale TV (Valores Educativos Televisão) depois de ratificar sua vontade de revisar o convênio da Venezuela com o Vaticano e de convidar ao núncio apostólico, Pietro Parolin, a “falar” sobre o tema.

“Revisemos [a concessão da Vale TV], Tareck, para recuperar esse canal e colocá-lo às ordens do povo”, repetiu Chávez em um programa televisivo com membros da Polícia Nacional Bolivariana.

A Vale TV se identifica em seu site como um canal aberto e sem fins lucrativos dedicado à cultura, pertencente à Televisão Nacional, canal 5, o primeiro canal público de televisão da Venezuela, fundado em 1952.

Em 1998, o então presidente da Venezuela, Rafael Caldera, outorgou a concessão deste canal ao arcebispado de Caracas, que iniciou suas emissões em 4 de dezembro desse mesmo ano. Neste sentido, Chávez garantiu que Caldera “entregou” o canal 5 à “hierarquia eclesiástica” em 1998, “violando uma série de procedimentos”.

A atual polêmica entre a hierarquia eclesiástica venezuelana e o governo surgiu no início de julho, quando o arcebispo de Caracas, Cardeal Jorge Urosa, disse que Chávez violava a Constituição ao querer impor uma “ditadura comunista” no país, e o governante lhe chamou de “troglodita” e “indigno” e ameaçou processá-lo por injúrias.

publicado em julho 27, 2010 por carlosbenalves

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